Um vermelho tom de lembrança,
O branco chama apagado,
A areia por vezes movida,
O movimento imperceptível dos pássaros,
Que agora não cantam...
As caixas desmontadas,
O macio acima do chão,
O cheiro que o ar não trás,
A água que não cai,
E o vapor não envolve...
O calor não aquece esta noite cada vez mais fria,
A melodia relembrada, embalada,
As paredes com suas falas mudas,
Resguardando cada “esbarrão”...
Os olhos percorrem, os ouvidos se envolvem
A boca se cala e o coração aperta
Pouco,mais pouco, pouco mais ..
06/12/2011 (c)
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